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Weekend performing “Hazel” live in New York City:  Studio Eleven Coolest Track of 2011

As listas de melhores do ano estão todas aí.  A nossa tem novidades do calibre de Hookworms, que são de Leeds e encanta os ouvidos com seu vocal urgente e guitarras barulhentíssimas, na quarta posição. Medalha de bronze para o Caveman, que lançou meses atrás o maravilhoso debut Coco Beware, melhor álbum do ano. A prata vai para o Fidlar, talvez a melhor banda de rock que tenha surgido desde os anos 90. E “Hazel”, do Weekend acaba de ser eleita a melhor música de 2011. Ouça o programa no link abaixo.


Studio Eleven #365 Tracklisting 22.12.2011

Studio Eleven Coolest Tracks 2011
#11. The Quiet Americans – Be Alone  > Luke Giffen e Eli Reyes formaram a banda no ano passado em Fresno, California. “Be Alone” saiu em cassete, apenas 100 cópias numeradas a mão.

 

#10. Total Slacker – Secret VHS Collection > Tucker Rountree consegue ficar entre Thurston Moore e Lou Reed com seu meio vocal e letras sobre ser jovem  sem grana e estar apaixonado por uma garota. Ross Condon, baterista é o irmão mais novo do Zach Condon, da banda Beirut.

 

#09. Tall Ships – Hit The Floor  > power indie trio de Brighton. O single “Hit the Floor” chegou aqui em junho como a melhor música do ano naquela semana.

#08. Lilac – So Young > dupla de San Francisco formada por Will Ivy e Kristen Knick. O EP “So Young” foi lançado em vinil em junho e apareceu por aqui na edição #360 como faixa da semana.

#07. Friends – Friend Crush > single de estreia do quinteto do Brooklyn, liderados pela voz sexy da vocalista Samantha Urbani.

#06. Gardens & Villa – Black Hills >  faixa abre o debut álbum do quinteto de Santa Barbara, lançado em julho deste ano pelo selo Secretly Canadian. Foi eleito um dos melhores álbums do verão americano.

#05.  U.S, Royalty – Monte Carlo > Washington DC. Lançaram este single no comecinho de janeiro, precedendo o álbum Mirrors. Curioso que o vocalista John Thomley e o irmão Paul que também é da banda moravam na mesma rua em Washington, a 10 casas de distância da residência de Ian MacKaye, vocalista do Fugazi.

#04. Hookworms – Teen Dreams > o Hookworms é daquelas bandas que encantam à primeira audição. Acabaram de lançar um 12″ com 4 músicas em 27 minutos, prensado em vinil 180 gramas, apenas 500 cópias. Estiveram por aqui na semana passada e voltam essa semana para lista das melhores do ano.

#03. Caveman – Old Friend > o álbum Coco Beware é sem dúvida um dos melhores álbums de 2011 e o show do Caveman no Pianos, dentro do festival CMJ 2011 em Nova York foi o melhor show do ano.

#02. Fidlar – Oh > quarteto  garage punk de L.A. chega com tudo. Apareceram por aqui na edição 358 em outubro. A banda chama atenção ao vivo, pelas performances do vocalista e guitarrista Zac Carp, que eventualmente quebra sua guitarra no final do show. Medalha de prata.

#01. Weekend – Hazel  >  San Francisco, CA. Essa música está no EP Red lançado em 20 de setembro pelo selo Slumberland Records, que sucedeu o bom primeiro álbum deles do ano anterior, chamado Sports. Tocamos “Hazel” uma semana antes do seu lançamento,  na edição 352. Hoje ela está de volta, eleita a melhor música de 2011.

 

Std11 cool pics: Motel Beds live @Bowery Poetry Club, New York City.

Neste programa, penúltimo do ano, apresentamos o rock indie italiano Little Chestnuts, a música nova do Royal Baths e do Gross Magic, e como destaque da semana, “Teen Dreams”, com os ingleses do Hookworms em uma viagem psicodélica de pouco mais de 6 minutos.


Studio Eleven #364 Tracklisting 15.12.2011

01. Royal Baths – Darling Divine
02. The Black Tambourines – 27-25 Blues
03. Super Clarks – Interestes, Not
04. Hookworms – Teen Dreams
05. Playlounge – Orange Friends
06. Little Chestnuts – Forever Dreamily
07. Zeus – You Gotta Teller
08. Gross Magic – Yesterdays
09. The Stripminers – Poison in the Paint
10. Winks – Slap Me Choke Me Cum On You
11. Blouse – Into Black

 

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The Wombats live @Webster Hall, New York


Studio Eleven #363 Tracklisting 08.12.2011

01. Paul Caruso – Full Moon Over Wall Street
02. Ash Gray and the Girls – I Never Said I Love You
03. Capitol 6 – I Sure Can Pretend
04. The Quiet Americans – Be Alone
05. The Fatty Acids – Memory Banks
06. Remember, Remember – John Candy
07. The Moth and the Mirror – Fire
08. Plastic Flowers – Strange Neighbors
09. Holiday Shores – Spells
10. King Blood – End of a Primitive
11. James Vincent McMorrow – Wicked Game

Alma Mater live @Fnac Sessions, Ribeirão Preto, SP. Photo: Newton Nogueira

Conversando com meu amigo e guitarrista do Pale Sunday Sineval, durante o showcase do Alma Mater na Fnac duas semanas atrás, a pergunta era “como se define o som deles?” Chegamos a conclusão rápida que seria post rock, e que, de repente, não seria…

O Alma Mater é um cult nato. Desde o primeiro EP Movements e faixas como “Midnight in Heaven”, até o single mais recente Myriad lançado este ano,  a banda, baseada em Ribeirão Preto, traz composições de cunho indie e pé no experimentalismo. Parte dessa esfera se deve à vasta habilidade musical do guitarrista/vocalista e autor das letras Daniel Watanabe.

Ao vivo, o Alma Mater tem desempenho de sobra para equilibrar  suave com agressivo, limpo e sujo, acústico e distorção, em uma espécie de escalada onde as músicas,  crescem e terminam com uma explosão de barulho e som, capaz de impressionar até os fãs mais radicais do Mogwai.

No vídeo abaixo, o Alma Mater toca uma música nova ao vivo  no Groselha Fuzz showcase dentro da loja Fnac do Ribeirão Shopping:

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E agora é com eles: Daniel  Watanabe (vocal/guitar) , Gustavo  Az (drums) e Tiago Fuzz (guitar) e Marcelo (bass) contam pra gente um pouco de suas coisas favoritas:

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DISCO FAVORITO DO OASIS
Daniel Watanabe: Nenhum.
Az: “Definitely Maybe”
Tiago Fuzz: “(What’s the Story) Morning Glory?”
Marcelo: “Definitely Maybe”

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DISCO FAVORITO  DO BLUR
DW: Nenhum também.
Az: “The Great Escape”
TF: “Leisure”
M: “Parklife”
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CASA DE SHOW PERFEITA PARA UM SHOW DO ALMA MATER
DW: Sesc Vila Mariana. O cachê foi show de bola!
Az: Qualquer uma que tenha produtores/proprietários decentes, que não achem que estão fazendo o favor de dar espaço pra banda. E que tenha cerveja boa. E gratuita.
TF: Asteroid Club – Sorocaba, SP.
M: Qualquer uma que não coloque a gente pra tocar às quatro da manhã.
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MELHOR COISA PRA SE FAZER DEPOIS DE UM SHOW
DW: Esperar o zunido sumir da cabeça.
Az: Beber e fumar.
TF: Beber.
M: Beber, fumar e comer.
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MELHOR FESTA DE ANIVERSÁRIO DEPOIS DOS 21 ANOS
DW: Não me lembro.
Az: Esse ano fiquei mais velho vendo Alice In Chains ao vivo. Razoável, né?
TF: Este ano, no Goa Lounge, festa Fire on the Dancefloor.
M: A minha festa de 30 anos.
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SANDUÍCHE PREFERIDO
DW: Steakhouse do Burguer King.
Az: Carne e queijo do Gasparini, em Franca.
TF: Subway
M: Beirute do Bar do Bikinho, em Ribeirão Preto.
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MELHOR BEBIDA PARA UM DIA DE 40ºC
DW: Budweiser.
Az: Pint de New Castle.
TF: Chopp Colorado.
M: Qualquer cerveja que não seja Skol.
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LEMBRANÇA MAIS LEGAL DE UM DIA NO PARQUE DE DIVERSÕES.
DW:
Az: Quando fiquei perdido no Labirinto do Playcenter, em 1987. Foi assustador.
TF: Noites do Terror, do Playcenter, aos 14 ou 15 anos. E Planeta Terra Festival 2010, que foi bem melhor do que este ano.
M: xiiiiiiii…
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Para ficar por dentro de tudo sobre o Alma Mater, acesse o blog dos caras. Dá pra fazer o download grátis do single Myriad.
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Gary Clark Jr Spin/CMJ showcase live @Puma Store, New York

De Seattle, o Hypatia Lake prova que o grunge is not dead. De Los Angeles, o Wounded Lions vem reforçar a lista de ótimas bandas da West Coast. De San Francisco, a trinca Blasted Canyons, Pow! e Burnt Ones mostra que barulho é com eles mesmo. E de Melbourne, o ScotDrakula e a poderosa “Kick Out The Amber Lamps” entra direto na faixa nobre da semana. Tudo isso e mais um pouco nesta edição.  This is Studio Eleven.


Studio Eleven #362 Tracklisting 24.11.2011

01. Pterodactyl – School Glue
02. Hypatia Lake – Suicide
03. Wounded Lion – Roman Values
04. Scotdrakula – Kick Out The Amber Lamps
05. Blasted Canyons – Ice Cream Man
06. Pow! – Night Train To Fog Town
07. Burnt Ones – Do The Spell
08. Adam & The Amethysts – Dreaming
09. Races – Big Room
10. Bryan John Appleby – The Rider. The Horse. The Land
11. Childhood – Just Floating (demo)

Friendly Fires live @Paradise Rock Club, Boston, Oct 2011

Vem de Boston, a faixa da semana. Eles tocam indie, rock, folk, psychedelic. Eles estão assinados com o selo Mexican Summer. Eles se chamam Quilt.


Studio Eleven #361 Tracklisting 17.11.2011

01. Thieving Irons – So Long
02. Scott H. Biram – Victory Song
03. Capitol 6 – At Your Fingers
04. Quilt – Penobska Oakwalk
05. Revolution, I Love You – All Your Love
06. Nurses – Fever Dreams
07. Hey Geronimo – Why Don’t We Do Something?
08. The Sound Of Arrows – Magic
09. Spacecamp – Miko D.T.B.
10. Still Corners – Into The Trees
11. 2AM Club – Reach Down Deep

Stone Temple Pilots agradece o público ao final do show, um dos melhores do festival.

Dois vídeos para sintetizar o último dia do SWU. Sim, foi lindo. Muito lindo.

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Unknown Mortal Orchestra, live @Smartlounge, New York City.

Nevermind, here is Studio Eleven #360!

Sim, acabamos de entrar pra lista das coisas que são 360 (U2, Xbox…), uma marca histórica para nosso programa de rádio. E nesta edição mais que especial, tocamos praticamente só coisas novas, porque a gente sabe exatamente o que traz você, nosso leitor/ouvinte aqui, todas as semanas: conhecer e ouvir música nova. E é isso que a gente vai fazer sempre.

Neste programa, apresentamos a cantora americana Lydia Loveless, exploramos mais a fundo o descoladíssimo power trio  Total Slacker, e o duo The Ropes, ambos artistas do Brooklyn.  Mas o destaque principal vem de São Francisco sob o nome de Lilac, com uma das melhores músicas do ano. Vai que vai!


Studio Eleven #360 – Tracklisting 10.11.2011

01. Unknown Mortal Orchestra – – Little Blu House
02. Total Slacker – Secret VHS Collectiones
03. Lydia Loveless – More Like Them
04. Lilac – So Young
05. Mannequin Men – Hobby Girl
06. The Ropes – Lack of Technology Made Me a Killer
07. Cousins – Droit Du Seigneur
08. Locksley – The Whip
09. Gorgeous Bully – That Kind Of Girl
10. League – How Do I Know
11. Shimmering Starts – I’m Gonna Try

The Strokes

TEXTO: Adriana Facion
FOTO:  Deivison Correia de Melo

Uma das coisas que mais me agrada no Planeta Terra é a pontualidade. O espectador não fica horas a fio a mercê de um fulano que se acha o mais poderoso do mundo e faz o resto dos mortais esperarem, como costuma acontecer em alguns festivais.

Além disso, o fato de ser no Playcenter, um lugar que já tem estrutura para receber muita gente ao mesmo tempo também facilitou bastante. Afinal, é preciso muita logística para reunir 20 mil pessoas num único lugar. É claro que as já famosas filas de banheiro e filas para comer aconteceram, mas nada que fizesse alguém perder um show por conta da demora.

E por falar em shows, daqueles que eu assisti Tory e Moy (uma indicação do Mark, é preciso dizer) e White Lies foram grandes surpresas. Tory e Moy não fazem o tipo de música que eu normalmente deixo no player, e justamente por isso acabei me surpreendendo. Uma pela quantidade de músicas que eu conhecia deles e nem fazia ideia (ok, minha capacidade de relacionar bandas e nomes de música é ínfima, é preciso dizer) e outra porque eu gostei muito mais do que imaginava ser possível.

Interpol, para mim, foi atração a parte.  Isso porque eu tinha ouvido – e não tinha gostado muito – do último disco. Mas, ao vivo a coisa foi bem diferente. Até porque eles não são aquele estilo de banda que só toca as músicas do CD que estão trabalhando no momento. Não faltaram sucessos como “Slow Hands” e “Obstacle 1”, dentre outros, que colocaram todo mundo para cantar junto.

Beady Eyes é a pedra no meu sapato. Foi o único momento, das quase nove horas que eu fiquei no parque, em que tive sono. O som deles é impecável, as músicas são boas mas o fato de eu simplesmente não suportar Mr. Gallagher e sua pseudo genialidade não me permite gostar dos caras. Simples assim. É gosto pessoal, fazer o que? O tom da voz dele me irrita. Sua postura sempre igual no palco também. Eu poderia ter ido assistir outra coisa, mas precisava ficar ali. Pelo menos para garantir que essa não era uma daquelas situações onde você diz que não gosta de algo sem nunca ter experimentado.

E então veio o último show. Aquele que me fez comprar o ingresso: The Strokes. E os caras são realmente muito bons. É preciso dizer que apesar de estar bem na frente, as duas primeiras músicas eu só ouvi. O empurra-empurra e a aglomeração me impediram de ver qualquer coisa. Foi aí que eu resolvi desencanar, dar meia volta e ir lá para trás. Aí sim ficou bom. Era possível enxergar o palco e ainda curtir muito. Aliás, quando você olhava de longe podia perceber nitidamente a divisão entre aqueles que estavam ali, se matando na frente, porque “se você quer ser legal tem que gostar de Strokes” e quem realmente gostava da banda. Esses últimos estavam muito menos preocupados em “assistir” o show do que em se divertir. E foi assim que lá atrás, a coisa parecia mais festa do que show: todo mundo dançando, cantando, bebendo cerveja, sem nenhum empurrão, curtindo aquele que foi “O SHOW”.

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