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SEATTLE, WA. O Night Beats anunciou o lançamento do seu novo álbum Sonic Boom para o dia 24 de setembro, dele a gente ouve aqui “Outta Mind” primeira prévia do álbum. O trio de Seattle da era pós grunge, tem a missão de revigorar a cena roqueira da cidade que um dia já foi o centro de todas as atenções. Night Beats é Danny Lee Blackwell (guitar/vocals), Tarek Wegner (bass/vocals) e James Traeger  (drums/vocals). Ouça abaixo.

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Bandas de rock alternativo é o que não falta em Seattle, cidade que viveu seu boom nos anos 90 com a explosão mundial grunge, mas que hoje vive um momento mais comum na música, se comparado à força artística musical que fervilha no Brooklyn, em Nova York,  por exemplo.

Mas um nome se destaca nesse momento,  trata-se do Service Animal, banda formada por Andrew Bailey e Jordan Cassidy, que já tocaram em diversas bandas de Seattle nos últimos anos. Para essa formação eles recrutaram o baterista Keith Greer e no melhor estilo Do It Yourself (faça você mesmo),  lançaram no último dia 03 o debut The Gravity Bear Demonstration, um disco que mostra uma mistura de melancolia e rock and roll que o torna uma ótima escolha para revitalizar a cena da capital do grunge dos anos 90. Confira aqui a faixa “Even When I Try”.

 

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Seattle, a cidade que mais respira música do mundo.

Seattle me recebeu com chuva e frio, como tinha que ser. A capital do grunge de 20 anos atrás respira o rock por todos os lados. A música ecoa em quaquer lugar que você esteja, seja no elevador, na farmácia, na loja de departamentos, nas de coffee shops. Só toca coisa boa. O noticiário local das 11 da noite passava uma matéria sobre o Kiss e o da manhã, terminou o horário tocando The Smiths de BG.  Até a propaganda do novo Chevrolet Silverado 2011 tem como fundo a música “Evol”, do Black Rebel Motorcycle Club.

Entrada do museu de música de Seattle. A mostra Nirvana fica em exposição até abril de 2013.

O museu de música Experience Music Project apresenta a mostra Nirvana: Taking Punk To The Masses, com a maior e mais completa memorabilia sobre a história da seminal banda de Seattle. Por todo o complexo, caixas de som ficam ligadas o dia todo. Na entrada da galeria, uma tela de LCD gigante toca uma seleção de vídeos que vão de Soundgarden à Fleet Foxes.

O grunge não sobreviveu,  mas sua marca deixada nos anos 90,  estabeleceu uma estrutura que certamente continua forte. A maioria das bandas locais de hoje afirmam que provavelmente não existiriam, se não fosse pela influência do grunge e do Nirvana.

Mesmo assim,  20 anos depois do mundo conhecer o som de Seattle, a cena hoje é indefinível. Mergulhei em uma das casas mais undergrounds de Seattle, a Funhouse. O lugar recebe shows de bandas locais 7 dias por semana. Na segunda, tocaram as bandas Pound Pound Pound, Rebelmart, Dogs que é de Tóquio,  e o cantor Jay Johnson.  Antes da Funhouse ser a Funhouse, este mesmo palco é onde o Nirvana se apresentava bem antes de imaginar ser o que foi.

A banda punk Pound Pound Pound, ao vivo na Funhouse, em Seattle.

No último final de semana o Heineken Arts Fest 2011 agitou a cidade por 3 dias. O show mais esperado foi, claro, o  Mudhoney no palco do Neumos.  Veja aqui eles tocando “Touch Me I’m Sick”:

O Neumos fica na esquina da 10th Ave com a Pike St e foi onde tudo começou. Aqui tocavam Nirvana, Mudhoney, Fastbacks, Soundgarden, Pearl Jam e todas as bandas que fizeram parte do movimento grunge, antes de estourar. Hoje a casa é rota de shows em Seattle e recebe bandas de porte médio/grande, que estão em turnê pelos Estados Unidos.

Fachada do club Neumos, em Seattle, onde tudo começou.

Cartazes de shows enchem os postes na região oeste da cidade.

*Next stop: Boston.

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Capa de Wasting Light, sétimo álbum do Foo Fighters.

No começo dos anos 90, como baterista da seminal banda grunge Nirvana, Grohl ajudou a mudar a cara da música pop. Hoje, como líder da gigante Foo Fighters, ele é um milionário que já vendeu mais de 15 milhões de albums pelo mundo, ganhou 6 Grammy awards e é o presidente da sua própria gravadora.

“Sharing files is not a crime. And it should not be.”  disse Dave Grohl em recente entrevista para o jornalista inglês Carl Wilkinson. Junto com o Foo Fighters, ele também tem vários projetos, dentre eles o Them Crooked Vultures, com John Paul Jones do Led Zeppelin. Um documentário sobre sua banda dirigido pelo diretor vencedor do Oscar James Moll foi lançado mês passado e o sétimo álbum chamado Wasting Light saiu na última segunda.

Grohl hoje aos 42 faz parte dos que não se importam com a pirataria na Internet. Ele não vê muita diferença entre as trocas de arquivos digitais de hoje com as mixtapes em cassete, de antigamente.  Grohl  foi um baterista que nunca teve a intenção de ganhar grana com a música,  mas mesmo assim, acabou se tornando um dos maiores e mais bem sucedidos rock stars da década, praticamente ignorando a crise da indústria musical.

Nevermind

Quando era baterista do Nirvana, Grohl conta que eles nunca se importaram com o dinheiro e costumavam excursionar pelos Estados Unidos em uma van,  mesmo após o estrondoso sucesso de Nevermind, que completa 20 anos em setembro. Sem dúvida, além do talento de Grohl,  fazer parte do Nirvana e o álbum Nevermind foram cruciais para o sucesso do Foo Fighters.

A história

“O grunge surgiu na região do Pacífico Nordeste”  explica o escritor Mark Yarm, em seu livro Everybody Loves Our Town: A Hystory of Grunge, que será publicado em setembro, para coincidir com o aniversário do Nevermind.  “Não é muito claro quem inventou o termo, mas ele veio para conotar as guitar bands que tocavam com um estilo desordenado e usualmente eram de Seattle. Foi um movimento que transcendia o dinheiro. Sucesso era visto com muito cuidado.

De volta às origens

Wasting Light, produzido por Butch Vig é uma volta à sonoridade do primeiro álbum. Apesar de Grohl ter um estúdio bem equipado, o álbum foi gravado na garagem da sua casa, com equipamentos analógicos e fitas de rolo, ao invés de uma gravação digital. Da mesma maneira que foi Nevermind, Wasting Light é como um antídoto ao mainstream pop todo-produzido que atualmente enche as paradas do mundo todo.

World Tour

Cartaz do show do Foo Fighters em julho, no Reino Unido.

O Foo Fighters embarcará agora em mais uma turnê mundial de estádios lotados, que deve passar pelo Brasil entre outubro e novembro.  O Studio Eleven recomenda.

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