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toro-y-moi-mattson-2-star-stuff-tour                                                                                           Photo: Lucky Banks-Kenny

Toro Y Moi, um dos prediletos do Studio Eleven anunciou novo álbum em colaboração com o duo de rock Mattson 2, intitulado Chaz Bundick Meets the Mattson 2. O disco só deve sair em março de 2017, mas os caras disponibilizaram a ótima “Star Stuff”,  faixa que coloca o brilho psicodelico do Toro Y Moi com uma pegada meio rock anos 70.

Ouça “Star Stuff” abaixo e confira também as datas da turnê.

Toro y Moi + Mattson 2 Tour Dates

11/07 – Neptune – Seattle
11/09 – Wonder Ballroom – Portland
11/10 – The UC Theatre – Berkeley
11/11 – SLO Brew – San Luis Obispo
11/14 – Crescent Ballroom – Phoenix
11/15 – Tricky Falls – El Paso
11/16 – Meow Wolf – Santa Fe
11/17 – Fox Theatre – Boulder
11/18 – Urban Lounge – Salt Lake City
11/19 – Knitting Factory – Boise
11/20 – The Badlander – Missoula

 

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The Strokes

TEXTO: Adriana Facion
FOTO:  Deivison Correia de Melo

Uma das coisas que mais me agrada no Planeta Terra é a pontualidade. O espectador não fica horas a fio a mercê de um fulano que se acha o mais poderoso do mundo e faz o resto dos mortais esperarem, como costuma acontecer em alguns festivais.

Além disso, o fato de ser no Playcenter, um lugar que já tem estrutura para receber muita gente ao mesmo tempo também facilitou bastante. Afinal, é preciso muita logística para reunir 20 mil pessoas num único lugar. É claro que as já famosas filas de banheiro e filas para comer aconteceram, mas nada que fizesse alguém perder um show por conta da demora.

E por falar em shows, daqueles que eu assisti Tory e Moy (uma indicação do Mark, é preciso dizer) e White Lies foram grandes surpresas. Tory e Moy não fazem o tipo de música que eu normalmente deixo no player, e justamente por isso acabei me surpreendendo. Uma pela quantidade de músicas que eu conhecia deles e nem fazia ideia (ok, minha capacidade de relacionar bandas e nomes de música é ínfima, é preciso dizer) e outra porque eu gostei muito mais do que imaginava ser possível.

Interpol, para mim, foi atração a parte.  Isso porque eu tinha ouvido – e não tinha gostado muito – do último disco. Mas, ao vivo a coisa foi bem diferente. Até porque eles não são aquele estilo de banda que só toca as músicas do CD que estão trabalhando no momento. Não faltaram sucessos como “Slow Hands” e “Obstacle 1”, dentre outros, que colocaram todo mundo para cantar junto.

Beady Eyes é a pedra no meu sapato. Foi o único momento, das quase nove horas que eu fiquei no parque, em que tive sono. O som deles é impecável, as músicas são boas mas o fato de eu simplesmente não suportar Mr. Gallagher e sua pseudo genialidade não me permite gostar dos caras. Simples assim. É gosto pessoal, fazer o que? O tom da voz dele me irrita. Sua postura sempre igual no palco também. Eu poderia ter ido assistir outra coisa, mas precisava ficar ali. Pelo menos para garantir que essa não era uma daquelas situações onde você diz que não gosta de algo sem nunca ter experimentado.

E então veio o último show. Aquele que me fez comprar o ingresso: The Strokes. E os caras são realmente muito bons. É preciso dizer que apesar de estar bem na frente, as duas primeiras músicas eu só ouvi. O empurra-empurra e a aglomeração me impediram de ver qualquer coisa. Foi aí que eu resolvi desencanar, dar meia volta e ir lá para trás. Aí sim ficou bom. Era possível enxergar o palco e ainda curtir muito. Aliás, quando você olhava de longe podia perceber nitidamente a divisão entre aqueles que estavam ali, se matando na frente, porque “se você quer ser legal tem que gostar de Strokes” e quem realmente gostava da banda. Esses últimos estavam muito menos preocupados em “assistir” o show do que em se divertir. E foi assim que lá atrás, a coisa parecia mais festa do que show: todo mundo dançando, cantando, bebendo cerveja, sem nenhum empurrão, curtindo aquele que foi “O SHOW”.

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